Olhando por um contexto histórico, é normal nos depararmos com algumas classes que são submissas e outras não, digo, a diferença de poderes disposta entre os dois lados.
De alguma maneira as coisas mudaram, mas não para o estágio de uma sociedade utópica igualitária onde cada um sabe respeitar o seu espaço. Vou falar de maneira isolada de dois grandes movimentos: O primeiro é o feminismo, que não é uma ideologia nova, tendo surgido no início do século 19, o outro é o movimento LGBT, cujo luta praticamente pela homogeneidade no convívio social - nota-se que os dois pelo mesmo motivo.
Querendo ou não, o feminismo trata-se de um movimento meramente utópico. A verdade é que existem duas camadas distintas que usam o nome do movimento para interesse próprio. A primeira é mais conservadora, composta por mulheres que ao invés de lutarem por direitos iguais, lutam ativamente pra sobrepor o papel do homem na sociedade - e isso é triste - A segunda, por sua vez, é um pouco mais liberal, e tenta sempre igualar a mulher ao homem, neste grupo estão as mulheres que aceitam certo cavalheirismo, dentre outras coisas - que é o certo.
O movimento LGBT é algo muito novo, mas não consigo ver um objetivo certo. Eu nasci em uma família altamente católica, e desde muito pequeno fui orientado a respeitar os outros, mas não a aceitar. Eu sigo a vertente de que temos que respeitar as diferenças, mas respeitar é diferente de aceitar, vou exemplificar de maneira mais 'bruta' baseada na fala de um garoto da minha sala.
"Eu não tenho nada contra viado. Eu aceito e tudo mais. Até teria um amigo assim. Mas eu odeio esses que acham que são iguais a todo mundo e que podem dar em cima de um hétero a qualquer momento. As coisas não funcionam, vai se f*"
Vale ressaltar que esse comentário saiu dele após ler uma matéria na Folha de São Paulo de que representantes do movimento LGBT estavam processando a Lupo por conta de uma propaganda com teor 'brincalhão' - que na minha opinião tem o mesmo teor das propagandas de cerveja - por acusar a mesma de ter ido contra os princípios defendidos pela minoria.
Afinal, onde é que vamos chegar? Eu entendo que temos que respeitar, assim como também eu sei que o que gera ódio da "maioria" é exatamente o fato de uma "minoria" querer impor algo que não é da natureza de todo mundo e que não há como mudar. E aí, digam-me, as minorias estão querendo erradicar o preconceito ou torná-lo mais intenso?